O uso obrigatório da biometria facial em estádios com mais de 20 mil lugares tem ampliado o público e reforçado a segurança dos espectadores. A tecnologia já elevou em cerca de 4% a média de torcedores e aumentou a presença de mulheres em 32% e de crianças em 26%.
A medida está prevista na Lei Geral do Esporte, em vigor desde 2023, e torna o ingresso nominal, reduzindo fraudes e dificultando a ação de cambistas. A tecnologia também permite a identificação de pessoas com pendências judiciais, por meio do cruzamento com bancos de dados nacionais – em São Paulo, mais de 280 foragidos já foram identificados em estádios.
Além da segurança, o sistema de reconhecimento facial também agiliza o acesso dos torcedores: em algumas arenas, a entrada do público ficou até três vezes mais rápida, segundo dados do setor. A exigência da biometria nas arenas para mais de 20 mil torcedores consta no artigo 148 da Lei Geral do Esporte. A legislação previu dois anos para adoção do sistema.
*Com informações da Agência Brasil.

