No último sábado (24), um homem de 37 anos morreu após ser baleado por um agente do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos EUA (ICE) em Minneapolis, no estado de Minnesota, nos Estados Unidos. Apesar de ter sido levada ao hospital, a vítima, que era cidadã norte-americana, não resistiu.
O novo caso de morte por agentes do ICE na cidade ocorre em meio a protestos contra operações migratórias no estado. De acordo com o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS), o homem estava armado e teria reagido violentamente durante uma operação para localizar um imigrante em situação irregular.
O homem morto foi identificado pela imprensa americana como Alex Pretti. Ele seria um enfermeiro do departamento de militares veteranos – a polícia local informou, inclusive, que Alex possuía porte legal de arma.
Vídeos não verificados publicados nas redes sociais mostram agentes com coletes imobilizando uma pessoa antes dos disparos. O caso foi comunicado à polícia local às 9h, sendo a segunda morte em ações semelhantes na cidade apenas neste mês.
A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu investigação sobre a atuação do ICE, alertando para possíveis abusos e uso desproporcional de força. No ano de 2025, ao menos 30 pessoas teriam morrido sob custódia do órgão, segundo o alto comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk.

