Entidades que representam profissionais da imprensa pediram proteção a jornalistas que cobrem a internação do ex-presidente Jair Bolsonaro em Brasília. A manifestação foi efetuada após relatos de agressões, ameaças e campanhas de difamação contra repórteres que cobrem o caso nas proximidades do DF Star, hospital onde ele está no momento.
Notas publicadas no domingo (15) foram divulgadas pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF).
De acordo com a Abraji, os ataques foram iniciados após a divulgação de um vídeo gravado em frente ao hospital onde o ex-presidente está internado com pneumonia. Nele, uma influenciadora digital acusava jornalistas de desejarem a morte de Bolsonaro. O conteúdo foi compartilhado nas redes sociais por parlamentares e pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
A associação afirmou que jornalistas passaram a receber ameaças, ofensas e até sofreram ataques presenciais após serem reconhecidos nas ruas por estarem ligados ao vídeo divulgado.
As entidades de imprensa também pedem investigação sobre as ameaças, proteção policial no local de trabalho e medidas das empresas de comunicação para garantir segurança aos profissionais.
*Com informações da Agência Brasil.

