O Pix por aproximação completou um ano de existência no último sábado, 28 de fevereiro. Porém, os dados referentes à utilização dessa modalidade específica de pagamentos instantâneos não ofereceram muita empolgação no apagar das velinhas relacionada à data.
Segundo recentes informações do Banco Central (BC), as transferências de dinheiro nessa categoria corresponderam a apenas 0,01% do total de transações Pix e a 0,02% do valor movimentado em janeiro deste ano. Ou seja: de 6,33 bilhões de transferências via Pix em janeiro, somente 1,057 milhão ocorreu por aproximação do celular em maquininhas ou computadores.
Nessa modalidade, a ferramenta criada para agilizar pagamentos possibilita concluir a transação apenas aproximando o aparelho do terminal, sem necessidade de utilização de QR Code.
Otimismo, apesar de tudo
Mesmo com a baixa participação no sistema Pix, a modalidade de aproximação registrou crescimento ao longo do tempo. Enquanto em julho de 2025, cinco meses depois do lançamento, apenas 35,3 mil transações nessa opção tinham sido feitas, em novembro do ano passado, o número de transferências ultrapassou pela primeira vez a marca de 1 milhão.
Os montantes parecem crescer de forma exponencial. De R$ 95,1 mil em julho do ano passado, pulou para R$ 1,103 milhão no mês seguinte, para R$ 24,205 milhões em novembro e atingiu R$ 133,151 milhões movimentados em dezembro.

