Por conta de a tornozeleira eletrônica do rapper Oruan apresentar 28 interrupções de sinal em 43 dias, entre setembro e novembro do ano passado, o ministro Joel Ilan Paciornik, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), determinou a prisão do artista na terça-feira (3).
A decisão revoga autorização concedida anteriormente para que o artista, cujo nome real é Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, respondesse em liberdade, sob monitoramento – cedida inclusive pelo próprio ministro.
Oruam é investigado pela Polícia Civil do Rio por crimes como associação ao tráfico, tráfico de drogas, resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal. As apurações envolvem episódio ocorrido em julho de 2025
A partir da decisão do STJ, a juíza Tula Corrêa de Mello, da 3ª Vara Criminal, ficará a cargo de expedir ou não o mandado de prisão, já que o processo tramita na Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

