Tudo parecia tranquilo na noite de sábado, 25 de abril, durante um jantar dedicado aos correspondentes que cobrem a Casa Branca, nos Estados Unidos.
Realizado num hotel em Washington e contando com a presença do presidente Donald Trump e da primeira-dama americana Melania, o evento foi interrompido abruptamente por sons nada agradáveis.
Tiros foram ouvidos nas imediações do local do evento, e um princípio de caos se instaurou no recinto. O presidente e a primeira-dama foram retirados rapidamente do lugar pelo Serviço Secreto norte-americano.
De acordo com informações fornecidas pela agência de notícias Reuters, o suspeito pelo tiroteio atirou em um agente do serviço secreto, que não se feriu por conta do colete à prova de balas que usava.
O suspeito de ter feito o ataque foi preso, mas ainda não teve sua identidade revelada. Além dos disparos, testemunhas que estavam no jantar foram ouvidas e relataram ter escutado explosões na área próxima ao hotel em que o evento estava sendo realizado.
Não se tratava de um jantar simples: as presenças do vice-presidente J.D. Vance e do secretário de Estado Marco Rubio reforçam o tamanho e a importância do encontro – ambos foram retirados do hotel e também estão em segurança.
Após o ataque, ao oferecer uma entrevista coletiva na Casa Branca, o presidente dos EUA afirmou que o atirador supostamente seria um criminoso que estaria atuando sozinho – o Serviço Secreto dos EUA não confirmou essa informação.
*Com informações da Agência Brasil.

